30.3.05
O Poeta que estava à procura de uma inspiração
No Japão, vivia um Poeta que todas as manhãs saía de casa para encontrar uma inspiração. Primeiro, o Poeta foi até uma pastelaria e começou a versejar:
"Bolos, bolos, tão bons
gosto de agarrá-los
cheirá-los e comê-los."
A seguir, o Poeta passeou até ao jardim, onde viu crianças a brincar e, logo pensou noutros versos:
"Estou a comer um bolo,
estou a ver crianças
a saltar e a pular,
gostava tanto de brincar com elas,
vou agora mesmo jogar!"
O Poeta foi, então, para o aeroporto, com destino a Paris, e fez uns versos sobre as viagens:
"Viagens, viagens,
adoro tanto
andar de avião
como de comboio,
de metro e de
outros veículos
mais!"
Ao chegar a Paris, dirigiu-se a um restaurante, porque era hora de almoço e pensou:
"Restaurantes que têm montes de comidas,
gosto de comida alemã, italiana e francesa,
mas a que eu mais gosto é da japonesa!"
O Poeta entrou num supermercado para comprar comida francesa para levar para os amigos, que ficaram no Japão:
"Nos supermercados eu encontro
doces e alimentos que me fazem bem."
O Poeta ficou sem saber o que fazer, mas resolveu juntar todas as coisas que fez para criar um grande poema:
"Fui a uma pastelaria e comi um bolo,
depois passei num jardim onde vi
crianças a saltar e a pular,
e joguei também.
Voei para Paris,
Almocei no Bon Appétit,
Comprei comida para levar
Aos amigos no Japão,
E, por fim, inventei
Este poema!"
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No Japão, vivia um Poeta que todas as manhãs saía de casa para encontrar uma inspiração. Primeiro, o Poeta foi até uma pastelaria e começou a versejar:
"Bolos, bolos, tão bons
gosto de agarrá-los
cheirá-los e comê-los."
A seguir, o Poeta passeou até ao jardim, onde viu crianças a brincar e, logo pensou noutros versos:
"Estou a comer um bolo,
estou a ver crianças
a saltar e a pular,
gostava tanto de brincar com elas,
vou agora mesmo jogar!"
O Poeta foi, então, para o aeroporto, com destino a Paris, e fez uns versos sobre as viagens:
"Viagens, viagens,
adoro tanto
andar de avião
como de comboio,
de metro e de
outros veículos
mais!"
Ao chegar a Paris, dirigiu-se a um restaurante, porque era hora de almoço e pensou:
"Restaurantes que têm montes de comidas,
gosto de comida alemã, italiana e francesa,
mas a que eu mais gosto é da japonesa!"
O Poeta entrou num supermercado para comprar comida francesa para levar para os amigos, que ficaram no Japão:
"Nos supermercados eu encontro
doces e alimentos que me fazem bem."
O Poeta ficou sem saber o que fazer, mas resolveu juntar todas as coisas que fez para criar um grande poema:
"Fui a uma pastelaria e comi um bolo,
depois passei num jardim onde vi
crianças a saltar e a pular,
e joguei também.
Voei para Paris,
Almocei no Bon Appétit,
Comprei comida para levar
Aos amigos no Japão,
E, por fim, inventei
Este poema!"
